Improvisos
IMPROMPTUS
Críticas:
Brazil: From Samba to Ballet to Hip Hop
15 de novembro 2011 – blog do Dance Magazine – artigo completo no link: http://www.dancemagazine.com/blogs/wendy/4060
por Wendy Perron
(…)Our final destination was a garage studio shared by Diogo Granato and Nova Dança. You walk though an alley to get to the studio. At the far end is glass instead of a wall, through which you can see a garden, and beyond that a little yoga studio. Diogo, who has danced with Nova Dança for 15 years, branched out with his own group, Silensiosas + GT’aime, which has performed in subways, streets, and airports. This night the improvisation with five dancers and three musicians was so subtle, so daring, so in tune with each other that it struck me as the best group improvisation I’ve seen since the legendary Grand Union in the early 1970s. Their movement was sprinkled with contact improv, clowning techniques, samba, and parkour. Turns out they’ve done workshops with Steve Paxton, Lisa Nelson, and Nancy Stark Smith. No wonder the contact was so fearless and the group awareness so sophisticated! And when Diogo engaged us in “audience participation,” I confess I couldn’t resist and joined in—rather recklessly, I’m afraid. (…)
HUMOR NA DISCUSSÃO DO FAZER DANÇA
8 de novembro 2009 – Bienal Internacional de Dança – SESC Santos
por Márcia Costa
O Coletivo Gt´aime + silenciosas transformou a discussão sobre as buscas da dança contemporânea em uma divertida performance interativa. Neste espetáculo construído por intérpretes, público, iluminador, músico, diretor, a conexão é dada pelo riso.
Conduzida por um diretor/coreógrafo dono de humor sagaz (Diogo Granato), a performance satiriza o fazer dançar em uma época em que a infinidade de possibilidades transforma-se, algumas vezes, em banalização: “Tá dentro do conceito. Cabe tudo!”. “Joga um pouco de contemporâneo”. “Um pouco de contato e improvisação”. “Agora fica invisível”.
Lança ironia sobre a relação espectador/produtor: “”Iluminador, agora você vai baixando as luzes devagarinho, sem a platéia perceber que está finalizando”.
Diogo Granato revela relações verticalizadas da dança ao pisar literalmente em sua equipe, caminhando sobre suas cabeças.
Brinca com os ícones da dança da cultura de massa: “Com Madonna, sem Madonna. Michael!”.
O espectador, sempre convidado a interagir, vê-se, vez em quando, como que integrando um programa de auditório. E ainda desfruta dos belos movimentos criados pelos intérpretes-bailarinos.










